Diastase abdominal

Em torno do terceiro trimestre da gestação, o abdômen da mulher precisa se expandir para acomodar o bebê. O músculo reto-abdominal (o mesmo que forma o “tanquinho”) se afasta; o que une esses músculos é a linha alba, o alargamento (e separação) do mesmo é conhecido como diástase. A linha alba é composta por um tecido formado por colágeno e possui capacidade de expansão e retraçāo. O correto é o músculo voltar à posição original até 6 meses após a gestação; porém é muito comum que esse afastamento mantenha-se mesmo após esse período, causando desconforto por parte das gestantes. Como a região não apresenta mais sustentação (devido o afastamento dos músculos), a região ganha uma aparência protuberante, flácida e fina. Quando a mulher é magra, esse fenômeno fica ainda mais evidente. Além das alterações visíveis, a diástase desencadeia alterações gastrointestinais como gases, intestino preso, desconforto e hérnias, em alguns casos, também causa incontinência urinária. Não se engane! A diástase não ocorre somente com gestantes! Pessoas com predisposição genética, excesso de peso e até atividades físicas que aumentam a pressão dentro do abdômen. Como tratar a diástase? Existem duas formas de tratar a diástase: Exercícios ou cirurgia. Diástase pequenas podem ser amenizadas com exercícios de respiração hipopressiva. Para uma reparação total, somente no bloco cirúrgico, com a junção dos músculos aliado à fisioterapia para a reabilitação dos músculos. Gostou do conteúdo? Compartilhe! E conte sempre com nossa equipe de cirurgiōes para alcançar a sua melhor versão!